The girl before
A HBO traz séries com teor mais adulto e um bom conteúdo vem do Reino Unido.
Particularmente, tenho uma admiração pelo sotaque britânico e lembro que minhas primeiras aulas de inglês no ensino médio, foram de um professor alemão, que também tinha essa predileção, mas precisava ensinar o americano.
Uma casa moderna, ultra-minimalista, totalmente automatizada é o objeto de desejo para locação por valores acessíveis e com condições muito estranhas para quem se dispor a cumprir todos os requisitos.
O dono e construtor é um arquiteto de sucesso, com gostos muito peculiares e comportamentos mais ainda.
São apenas quatro episódios, lembrando os bons tempos do início da carreira de Benedict Cumberbatch e a moderna adaptação de Sherlock.
O elenco talentoso envolve e os vários mistérios passam a ser motivo de obsessão da atual inquilina, Jane.
Ela descobre várias mortes atreladas a casa, inclusive da única inquilina anterior, muitas coincidências seguem e vemos uma repetição doentia acontecendo.
As reviravoltas envolvem estupro, mentiras, mortes mal contadas e relacionamentos abusivos, quebrados ou mal resolvidos.
A atriz Gugu remete logo a personagem Ravona, a diretora da agência do tempo na série Loki, já o ator principal não parecia estranho, mas apesar da extensa filmografia, reconheci apenas pelo papel de diretor da escola no filme Interstelar.
Série para maratonar com atores excelentes e uma trama envolvente de suspense, investigação e mistério.
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