Saltburn



Depois de vários roteiros previsíveis e super-heroicos, recheados de efeitos especiais, o trabalho duplo da diretora Emerald pode até ser um pouco demais e definitivamente tem trechos chocantes.
Oliver é um novo estudante em Oxford, bolsista e sem nenhum atrativo aparente.
Felix é o centro das atenções, descendente da nobre casta inglesa, cheio de amigos e vivendo na boemia.
Uma ajuda de Oliver começa uma estranha amizade, com Félix tentando proteger e dar uma outra leviana e divertida perspectiva para o novo companheiro.
Quase termina abruptamente, mas compadecido com a triste história de vida, acaba por convida-lo para passar as férias nas terras da família.
Os acontecimentos bizarros se acumulam, o encontro vampiresco com a irmã e a cavalgada noturna com o amigo sem posses e ajudado pela família são tão estranhos como a banheira sorvida e saboreada pelo alucinado Oliver.
Por fim, a improvisada cena no túmulo, que não é a última a provocar reações bem adversas.
Os acidentes iniciam a distância, mas a verdade surge numa surpresa amigável.
A sucessão de mortes trágicas e o final triunfante não surpreendem tanto quanto intencionado.
As interpretações marcantes de Barry Keogan devem lhe garantir um prêmio real.

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